sábado, 7 de outubro de 2017

RES - Referencial de Educação para a Saúde 2017/18

 RES 
Referencial de Educação para a Saúde

As Jornadas de Educação, para a Saúde realizadas na Escola Secundária da Maia, no passado dia 29 de setembro, contaram com a presença da equipa de DGE responsável pela elaboração do Referencial de Educação para a Saúde.
A sessão decorreu num ambiente de partilha  e de forte comprometimento das escolas presentes, representadas pelos seus coordenadores do projeto PES.
Esta partilha e compromisso continuará agora a nível de escola, desafiando todos para a construção de uma Educação com sucesso. Bom trabalho.















Final europeia, 7º edição, concurso Forestis


Final europeia  
do 
Concurso Florestal Europeu YPEF, 7ª Edição
O nosso agradecimento à Ana Pinto, André Balsa e Gabriela Correia pela empenhada e brilhante participação que tiveram em todo o percurso, assim como a total disponibilidade e apoio da professora Isabel Baldaia que os acompanhou. 
Aqui fica o desafio e o convite a estes alunos para que passem pela escola e façam essa partilha, dando o seu testemunho e  experiência aos nossos futuros participantes na 8ª Edição.
No dia 29 de setembro foram determinados os vencedores da 7ª Edição do Concurso YPEF – Young People in European Forests, que decorreu em Sopron, na Hungria. Nesta final Europeia participaram 30 alunos de 10 países europeus, tendo os estudantes competido em três provas em equipas internacionais e numa prova em equipas nacionais, para os títulos de melhor equipa internacional e melhor equipa nacional.
Na prova em equipas nacionais, os participantes apresentaram brevemente a floresta dos seus países de origem (“Country and Forest”) através de métodos criativos, como poesia, música, apresentações, vídeos. Enquanto, em equipas internacionais resolveram provas de conhecimentos teóricos e práticos sobre as florestas europeias e apresentaram um poster sobre o tema “O fogo e a floresta” (“Forest Fire”).
Para a equipa portuguesa a participação no Concurso YPEF foi importante porque acabou por criar em nós alguma consciência do que é a floresta e como a proteger”. Além disso indicam, não tínhamos noção da percentagem de florestas privadas que havia em Portugal, quanto mais saber que nos outros países as florestas são maioritariamente públicas”.